Em Palmas, a Secretaria Municipal da Saúde (Semus) promoverá de 17 a 21 de agosto de 2026 a Semana das Leishmanioses. O evento se destina a fortalecer os cuidados em saúde e a conscientização sobre as leishmanioses, uma condição que não apenas afeta cães, mas também é preocupante para a saúde pública.
A programação é bastante diversificada e inclui várias atividades educativas, voltadas tanto para profissionais de saúde quanto para a comunidade e escolas da cidade.
No primeiro dia, os agentes de saúde participarão de uma oficina sobre o processamento e transporte de amostras de sangue canino para diagnósticos sorológicos da leishmaniose. Esta ação é crucial para capacitar os profissionais que lidam diretamente com a identificação da doença nos animais.
No dia seguinte, 18 de agosto, será realizado o Dia D de Integração Saúde-Comunidade, com orientações à população e uma ação de encoleiramento de cães.
Essa atividade busca reforçar a importância do encoleiramento, que ajuda a reduzir a transmissão da leishmaniose visceral canina pelo mosquito-palha.
Participarão também equipes de vigilância, agentes de combate a endemias e profissionais de saúde. Durante a atividade, eles farão visitas domiciliares, trazendo informações sobre prevenção e a relevância da testagem para a leishmaniose visceral.
No dia 19, a programação incluirá uma oficina prática sobre a coleta de sangue, voltada para os agentes comunitários de saúde. Este é um momento vital para desenvolver técnicas de manejo e diagnóstico direto no campo.
A quinta-feira, 20, será dedicada à educação em saúde na Feira da Arse 112, onde a comunidade terá acesso a informações e orientações sobre as leishmanioses das 16 às 21 horas.
Por fim, no dia 21, alunos da Escola de Tempo Integral Santa Bárbara participarão de uma visita guiada e uma oficina educativa, reforçando a importância da prevenção nas futuras gerações.
É essencial que tanto a comunidade quanto os profissionais de saúde se mantenham informados e engajados na luta contra essa doença.
A prevenção é essencial para controlar as leishmanioses, doenças que impactam tanto a saúde humana quanto a animal. O encoleiramento, destacado pela médica veterinária Benta Figueiredo, é um método efetivo para minimizar o contato entre o mosquito-palha e os cães, reduzindo assim o risco de transmissão para humanos.
Essa abordagem integrada e educativa revela-se fundamental para o comprometimento coletivo no combate às leishmanioses, promovendo assim uma vida mais saudável e consciente.