O município de Palmas, reconhecido anteriormente com o Selo Município Amigo do Futuro, participou nesta quarta-feira, 19, de um Encontro Técnico promovido pelo Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO). O evento, destinado aos Agentes de Integração de todos os 139 municípios tocantinenses, tem como objetivo revisar as novas orientações sobre os critérios de avaliação do Selo e discutir a importância das políticas públicas voltadas à primeira infância.
Representando a Secretaria Municipal da Educação, estavam presentes a secretária Anice de Souza Moura e a secretária-executiva pedagógica, Cândida Cecília. O encontro visa dar continuidade às ações já implementadas e promover trocas de experiências entre as gestões municipais para fortalecer a atuação nas políticas voltadas à infância.
O Selo Município Amigo do Futuro é um reconhecimento que avalia ações e resultados nas políticas públicas relacionadas à proteção e garantia dos direitos das crianças.
Palmas conquistou o selo em 2025 ao atingir os critérios estabelecidos pelo TCE-TO, o que evidencia o compromisso do município em promover um ambiente favorável ao desenvolvimento infantil.
Durante o Encontro Técnico, os participantes receberam orientações sobre o Plano de Ação Intersetorial, além de discutirem indicadores sociais e critérios de avaliação necessários para a conquista do Selo. O momento também incluiu atividades práticas que ajudaram a esclarecer a metodologia do TCE-TO.
O conselheiro Alberto Sevilha, presidente do TCE-TO, ressaltou a importância da participação dos municípios no fortalecimento das políticas públicas voltadas à primeira infância. “Investir na primeira infância é investir no futuro”, afirmou, destacando que o programa busca promover maior integração entre as áreas administrativas dos municípios.
A secretária Anice de Souza Moura reforçou a meta deste ano para dar continuidade e ampliar as ações voltadas à educação infantil, enfatizando a responsabilidade que Palmas tem após a obtenção do selo.
“Trabalhamos para garantir uma educação de qualidade, equitativa e que atenda às necessidades das crianças”, concluiu.