A cidade de Palmas, capital do Tocantins, se destaca com a abertura de 1.159 novas empresas somente em julho de 2026, resultando em um saldo líquido positivo de 1.119 negócios. Esses dados, coletados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo de Palmas (Sedeem) e revelados pelo Observatório Econômico da Sedeem, refletem um ambiente favorável para novos empreendimentos.
No acumulado de janeiro a julho, Palmas contabilizou a impressionante marca de 9.284 novas empresas, com apenas 889 baixas, o que resulta em um saldo de 8.395 empresas ativas. Este desempenho coloca a capital em uma trajetória de crescimento contínuo, fomentando uma cultura empreendedora sólida.
O setor de serviços foi o grande responsável pelas novas formalizações em julho, com 767 registros, equivalentes a 66,2% do total. O comércio seguiu na sequência com 183 novas empresas (15,8%), enquanto a construção registrou 134 (11,6%), a indústria 66 (5,7%) e a agropecuária 9 (0,8%). Esses números indicam um cenário dinâmico, especialmente para microempresas e microempreendedores individuais (MEIs).
Entre as atividades que se destacaram, serviços de malote (56 registros), obras de alvenaria (54), promoção de vendas (53), serviços especializados de apoio administrativo (42) e transporte rodoviário de cargas (38) mostram o leque diversificado de oportunidades que o mercado oferece na região.
Dos 1.159 empresários que abriram suas portas em julho, 1.049 (90,5%) se qualificam como microempresas. O modelo de Empresário Individual predominou com 896 registros (77,3%), enquanto 254 foram classificados como Sociedade Empresária Limitada. Em termos tributários, 842 negócios recém-criados (72,6%) foram registrados como MEI e 1.038 (89,6%) optaram pelo Simples Nacional.
Henrique Nesello, secretário da Sedeem, ressaltou que os números não apenas reafirmam a força do empreendedorismo em Palmas, mas também destacam a necessidade de estratégias para a manutenção desses negócios. “Nosso objetivo é facilitar a entrada desses empreendedores no mercado e garantir que eles prosperem. O grande desafio é não apenas abrir empresas, mas garantir condições para que elas cresçam e criem empregos”