Ações educativas acontecem todas as sextas-feiras de julho em pontos estratégicos da capital.
Vai viajar para áreas de mata, fazendas, praias ou planeja uma pescaria neste verão? A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) alerta: é fundamental se prevenir contra a malária e garantir a vacina contra a febre amarela com, no mínimo, 10 dias de antecedência.
Para conscientizar a população, a Semus lançou a campanha “Curta as férias sem malária e febre amarela”. Na manhã desta sexta-feira, 10, as equipes se concentraram na Rodoviária de Palmas.
Durante a blitz, profissionais da Divisão de Vigilância Ambiental e Unidade de Vigilância de Zoonoses (DVAUVZ) conversaram com os passageiros e distribuíram materiais informativos. Ao longo de todo o mês de julho, a programação contará com blitze educativas nas saídas da cidade e ações em locais de grande circulação, como o aeroporto, hotéis e estabelecimentos de pesca e náutica.
A analista de saúde e bióloga da DVAUVZ, Renata Braga, destaca a importância da iniciativa:
“Os casos que temos em Palmas são importados, por isso levar informação diretamente aos viajantes é essencial para evitar que a doença se espalhe.”
Atenção aos sintomas
Caso apresente algum dos sinais abaixo após a viagem, a recomendação é não se automedicar e procurar imediatamente uma Unidade de Saúde da Família (USF) ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para diagnóstico e tratamento precoces:
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Febre alta e calafrios;
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Dor de cabeça e cansaço;
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Náuseas e vômitos;
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Suor intenso e falta de apetite.
O assistente administrativo Marcos Alves aprovou a abordagem na rodoviária. “Muita gente viaja neste período e não tem consciência dos riscos. Agora vou reforçar o uso de repelente e roupas longas”, comentou.
Panorama em Palmas
Embora Palmas não registre transmissão local de malária desde 2006, o município mantém vigilância constante contra casos importados (contraídos em outras regiões ou países). No primeiro quadrimestre de 2026, já foram registradas 22 notificações suspeitas e dois casos confirmados — número que se iguala ao total registrado em todo o ano de 2025. Já para a febre amarela, a vacina segue como o método mais eficaz de proteção.